30 janeiro 2019

Yield Lab abre processo seletivo para startups brasileiras

Aceleradora foi uma das primeiras a investir apenas em agtechs e já conta com escritórios espalhados pelo mundo

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certinha

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Uma das aceleradoras pioneiras a trabalhar apenas com agtechs, o Yield Lab está prestes a abrir um escritório em São Paulo e está em busca de startups. As inscrições vão até o dia 15 de fevereiro, neste site. É preciso ter empresa aberta, ter um produto com potencial de alcance global e estar em fase comercial. Os selecionados receberão um investimento de US$ 100 mil (em troca de equity stakes), além de acesso a mentores da plataforma global do Yield Lab.

Formado em 2015, na cidade de St. Louis, nos Estados Unidos, o Yield Lab já expandiu suas operações para a Irlanda e chegou a América Latina, com um escritório aberto em Buenos Aires, e na Ásia. Segundo Gartlan, uma filial no Chile deve ser inaugurada ainda em 2019, e há planos para estabelecer uma presença na África e na Austrália. A aceleradora foi criada por Thad Simons, que atuou como presidente da Novus International, empresa de nutrição animal que atua em 90 países, em parceria com o fundo de investimentos Cultivation Capital.

O escritório brasileiro ainda não está operando, mas deve ser inaugurado em breve. Uma parte da equipe ficará em São Paulo e outra em Piracicaba, pólo importante da inovação no agronegócio. De acordo com o economista irlandês Kieran Gartlan, responsável por comandar a operação no País, o Brasil foi escolhido não apenas pelo volume de sua produção, mas por ter grande demanda de soluções tecnológicas capazes de resolver problemas que afetam a produtividade. “Falta investir em startups que têm boas ideias, mas poucos recursos”, diz ele.

O processo seletivo está aberto a todo tipo de startups, sejam agtechs ou foodtechs. No primeiro programa da América Latina, realizado em Buenos Aires, foram selecionadas três empresas: Agree Market, um marketplace de commodities e grãos especiais; Kilimo, um serviço de automação em irrigação; e a Eiwa, que monitora a situação de lavouras a partir de uma combinação de análise via satélite e captação de imagens por drones.

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