Ag/Evolution | Hub Agrodigital https://agevolution.canalrural.com.br Fri, 21 Feb 2020 13:04:18 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.3.2 https://agevolution.canalrural.com.br/wp-content/uploads/2018/10/cropped-favicon-32x32.png Ag/Evolution | Hub Agrodigital https://agevolution.canalrural.com.br 32 32 “Pontes para Inovação” reúne 20 agtechs finalistas em Piracicaba https://agevolution.canalrural.com.br/pontes-para-inovacao-reune-20-agtechs-finalistas-em-piracicaba/ https://agevolution.canalrural.com.br/pontes-para-inovacao-reune-20-agtechs-finalistas-em-piracicaba/#respond Fri, 21 Feb 2020 13:04:18 +0000 https://agevolution.canalrural.com.br/?p=4642 Nove das startups finalistas foram vencedoras de desafios de inovação de centros da Embrapa, como o Ideas for Milk, Techstart ou InovaPork

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A fase final da chamada Pontes para Inovação (3ª edição), iniciativa da Embrapa e parceiros que conecta startups do agro com investidores e aceleradoras de negócio, contará com 20 empresas finalistas.

O evento com a apresentação das finalistas ocorre em 5 de março na AgTech Garage, em Piracicaba (SP), e será transmitido pelo Youtube da Embrapa Youtube.com/Embrapa. A principal novidade é a integração das diversas iniciativas coordenadas por Unidades da Embrapa com a chamada, que funciona como uma plataforma de venture capital.

Dentre as finalistas, 11 foram selecionadas a partir de 60 candidatas na chamada aberta, e outras nove são empresas vencedoras de desafios de inovação organizados por centros de pesquisa da Embrapa: Ideas for Milk (Embrapa Gado de Leite), Inovapork (Suínos e Aves), Techstart AgroDigital (Informática Agropecuária), Open Innovation Soja (Soja), Avança Café (Café, duas vencedoras) , Ideas for Farm (Meio Norte), Pitch Deck AgTech (Instrumentação) e Gado de Corte 4.0 (Embrapa em parceira com a Fundação Certi).

Após o evento final, as empresas entram em fase de negociação para receber possíveis aportes dos investidores.

“A chamada está alinhada com a necessidade da Embrapa escalonar as tecnologias desenvolvidas por meio da conexão das empresas que levam ativos da Embrapa para o mercado com fundos de investimento, aceleradoras de negócios e ainda grandes corporações do setor agro”, salienta Daniel Trento, secretário de inovação e negócios da Embrapa.

Para Trento, a inovação no setor agro continua avançando via tecnologias geradas pela rede de pesquisa agropecuária, mas os novos empreendedores são mais urbanos e têm um olhar para as oportunidades do mundo rural.

Os recursos financeiros captados pelas empresas nascentes podem vir de fundos de investimentos ou investidor anjo e, desse modo, “o Pontes para Inovação une os diferentes elos do ecossistema de inovação do agro”, comenta.

“Quando iniciamos o Pontes, em 2017, percebemos que a capilaridade e força da Embrapa poderiam aproximar o fundo de investimento das agritechs, um mercado promissor”, destaca Alessandro Machado, diretor da Cedro Capital, primeiro parceiro da Embrapa na chamada.

O investidor comenta que “a primeira edição foi melhor do que o esperado”, e possibilitou expandir o foco inicial no Centro-oeste para receber propostas de todo Brasil. “Também identificamos necessidade de envolver as aceleradoras para ajudar as empresas que estão em estágios mais iniciais de desenvolvimento do negócio”, ressalta.

A terceira edição tem como diferencial “atrair grandes companhias da cadeia do agronegócio, tais como Bayer, Ceptis, Corteva e Syngenta, que passaram a fazer parte da chamada para se conectarem com as empresas nascentes e também serem potenciais clientes”, comenta Alessandro.

Suporte para acelerar os negócios

Para a terceira edição, além da possibilidade de captar investimentos financeiros, as empresas selecionadas poderão receber suporte de gestão via aceleradoras de negócios, participar de rodadas de negócios com as empresas parceiras e, também, negociar sua instalação em ambientes de inovação como o Parque Tecnológico de Brasília (BioTIC) e o FoodTech Hub.

Chamada tem alcance nacional

As 60 empresas inscritas representaram todas as regiões brasileiras, sendo 34 sediadas no Sudeste; 11 no Sul; 7 no Nordeste; 5 no Centro-oeste; e três no Norte do Brasil.

A terceira edição do Pontes para Inovação conta com dezoito parceiros, dentre investidores, aceleradoras de negócios, espaços de inovação e empresas de referência no setor agropecuário: 1) Cedro Capital; 2) SP Ventures; 3) Cotidiano; 4) Fundepar; 5) NT Agro; 6) 10b (Tarpon Investimentos/Circle Ventures); 7) Syngenta; 8) Bayer; 9) Corteva; 10) ACE; 11) Plug & Play; 12) Sicredi; 13) Food Tech Hub; 14) Darwin Startups; 15) Avance hub/ Coplacana; 16) Ventiur Aceleradora; 17) Ceptis; e 18) Biotic S.A.

(com informações da Embrapa)

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Orchestra, hub de Rio Verde (GO), abre programa de aceleração https://agevolution.canalrural.com.br/orchestra-hub-de-rio-verde-go-abre-programa-de-aceleracao/ https://agevolution.canalrural.com.br/orchestra-hub-de-rio-verde-go-abre-programa-de-aceleracao/#respond Thu, 20 Feb 2020 11:59:05 +0000 https://agevolution.canalrural.com.br/?p=4635 Agtechs receberão mentorias, acesso a produtores e indústrias e aportes de até 200 mil reais

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O Orchestra Innovation Center, hub de inovação para o agro em Rio Verde (GO), abriu inscrições para um programa de aceleração de startups. A iniciativa é uma das pioneiras no Centro-Oeste e a primeira na cidade que possui o 2º maior PIB agropecuário do País.

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Programa vai oferecer mentorias, acesso a produtores e aportes de R$ 200 mil (foto: assessoria de imprensa)

O programa tem duração de 3 meses e conta com encontros quinzenais, acompanhamento estratégico, rodadas de negócio, networking, estações de trabalho e mentorias. Em troca, as startups cedem até 10% de equity.

O Startup Connection acontece dentro da sede da Orchestra, que deve investir até R$ 1 milhão em agtechs com produtos e serviços inovadores para a cadeia do agronegócio ao longo de 2020. As inscrições devem ser feitas pelo site www.orchestracenter.com e encerram no final de fevereiro.

“Há muita tecnologia disponível no Brasil e no mundo, mas falta quem faça essa conexão, nosso papel é justamente ser essa ponte que vai trazer ainda mais eficiência numa das regiões mais produtivas do mundo quando se fala de grãos”, explica Nathália Sbardelotto, fundadora e CEO do Orchestra.

A Orchestra tem como parceiros especialistas em agtechs, empresas, produtores, incubadoras e aceleradoras no Brasil e exterior com objetivo de facilitar o intercâmbio entre países, a troca de informações e importantes dados para o desenvolvimento das tecnologias.

Segundo Diogo Ruiz, co-fundador da Orchestra, o hub iniciou suas atividades no final de 2019 e já contou com ações práticas entre startups e produtores com soluções sendo testadas a campo.

Para ele, o programa Startup Connection será estratégico para consolidar na região as metodologias da inovação e garantir agilidade ao desenvolvimento de inovação no campo. (com informações de Assessoria de Imprensa)

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Fenasucro promove hackathon para bioenergia https://agevolution.canalrural.com.br/fenasucro-promove-hackathon-para-bioenergia/ https://agevolution.canalrural.com.br/fenasucro-promove-hackathon-para-bioenergia/#respond Wed, 19 Feb 2020 01:49:51 +0000 https://agevolution.canalrural.com.br/?p=4627 Tradicional feira do setor promove maratona de desenvolvimento com seleção internacional de participantes

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A Fenasucro 2020 vai realizar um hackathon internacional voltado para bioenergia, entre 19 e 21 de agosto, em Sertãozinho (SP). O “Canathon”, como foi batizado, envolverá 20 equipes do Brasil e do exterior em três dias de maratona para desenvolvimento de soluções para o setor.

“Sempre buscamos conceitos, discussões e soluções inéditas que possam ser aplicadas na prática e impactar o setor. O Canathon é uma inovação que temos certeza trará projetos efetivos neste sentido”, afirma Paulo Montabone, diretor da Fenasucro.

Realizado em parceria com a Think Lab Brasil, a competição será dividida nas etapas ouvir, pensar e agir. Em outras palavras, o Canathon “ouvirá” as usinas e empresas do setor para iniciar o processo criativo e de desenvolvimento dos MVP´s.

“A primeira etapa é exatamente consultar o mercado e as empresas de bioenergia sobre quais são suas principais demandas que precisam ser solucionadas de forma estratégica”, explica Marcos Eduardo de Oliveira, da Think Lab Brasil.

Após a consulta serão abertas as inscrições para profissionais e grupos interessados do mundo inteiro, que passarão por uma seleção. Durante o “confinamento”, os participantes trabalharão dia e noite em busca de solucionar os desafios propostos, com direito a dinâmica e intervenções.

“Vamos reunir pessoas do Brasil e do exterior que, em uma atividade colaborativa e com uma mentalidade nova, irão sugerir soluções, que serão apresentadas para uma banca formada por especialistas do mercado”, explica Oliveira.

Por meio do Canathon, a Fenasucro busca expandir o potencial estratégico do setor de bioenergia promovendo a aproximação de desenvolvedores de novas tecnologias.

“Esse será o primeiro evento a fazer a ponte entre o setor de bioenergia e as inovações de grupos ligados ao mercado financeiro e de tecnologia. É uma oportunidade de desenvolvimento estratégico para esse mercado em expansão”, afirma Paulo Victor da Silva, da Think Lab Brasil.

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Agtech brasileira participa de Fórum Mundial de Investidores Anjos https://agevolution.canalrural.com.br/startup-brasileira-participa-de-forum-mundial-de-investidores-anjos/ https://agevolution.canalrural.com.br/startup-brasileira-participa-de-forum-mundial-de-investidores-anjos/#respond Mon, 17 Feb 2020 18:35:48 +0000 https://agevolution.canalrural.com.br/?p=4620 Air Drop foi eleita pelo comitê de investimento internacional como uma das 100 empresas com alto potencial de crescimento

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A agtech goiana Air Agro representa o Brasil no WBAF 2020, o Fórum Mundial de Investidores Anjos, que começou hoje, em Istambul, na Turquia. O evento visa ligar empresários, startups e PMEs a investidores anjos e é tido como um dos mais importantes do mundo.

A agtech brasileira oferece soluções para garantir aos produtores rurais uma contratação segura e eficaz de seus fornecedores e foi convidado por ter sido considerada como um das 100 startups com maior potencial de desenvolvimento.

“Hoje a Air Agro ainda precisa de investimento para começar a operar. Essa é uma oportunidade única para mostrarmos o nosso trabalho e, quem sabe, conseguir novas parcerias”, explica Fabiana Oliveira, CEO da empresa.

O trabalho da startup consiste em colocar os contratantes em contato com pessoas e empresas qualificadas para as atividades no campo. Uma auditoria em tempo real se certifica se os fornecedores estão com a situação regularizada e têm toda a documentação em dia.

A agtech tem como missão contribuir com a agricultura 4.0 no segmento de pulverização, entregando ao agricultor e ao fornecedor o compliance que o mercado exige, sem custo aos produtores. “O ganho da Air Agro será em cima das transações bem-sucedidas, com uma comissão paga pelos fornecedores”, diz Fabiana.

A averiguação dos contratados será feita inicialmente através de inteligência artificial. Futuramente, a ideia é integrar a plataforma às das entidades que fiscalizam o mercado agro.

Incubadora árabe

A Air Agro tem como sócio cofundador técnico a FasterCapital, uma incubadora virtual com sede em Dubai que investe em startups e disponibiliza todo o desenvolvimento técnico às empresas.

“A startup brasileira vem com uma variedade de soluções agrícolas que ajudam nas questões sociais e ambientais. Ter soluções diversificadas nos diferentes domínios é a meta da FasterCapital”, afirma Bashar Hamood, diretor administrativo da empresa dos Emirados Árabes Unidos. (com informações da assessoria)

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Corteva lança sua plataforma de Agro 4.0 no Brasil https://agevolution.canalrural.com.br/corteva-lanca-sua-plataforma-de-monitoramento-agro-4-0-no-brasil/ https://agevolution.canalrural.com.br/corteva-lanca-sua-plataforma-de-monitoramento-agro-4-0-no-brasil/#respond Fri, 14 Feb 2020 18:11:21 +0000 https://agevolution.canalrural.com.br/?p=4611 Granular é uma agtech dos EUA que já cobre 88 culturas em 5 milhões ha e quatro países

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A Corteva apresentou, ontem, no Brasil, a Granular Insights, primeira solução digital da agtech estadunidense que desenvolve softwares para dados operacionais, financeiros e agronômicos. A ferramenta foca em monitoramento agrícola e já operava no Canadá e na Austrália.

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Granular Insigths já monitora 5 mi ha de 88 culturas diferentes em quatro países. Foto: Assessoria Corteva

Nascida no Vale do Silício, nos Estados Unidos, a Granular é uma agtech fundada em 2014 e adquirida pela Corteva em 2017.

A Granular Insights é uma solução para monitoramento agrícola nas lavouras, colaboração com parceiros e tomada de decisão com base em dados para aumento de lucratividade.

“Nossa missão é usar a tecnologia para ajudar produtores a fortalecerem seus negócios e cuidar da terra para as novas gerações que virão, melhorando vidas no campo e, consequentemente, na cidade”, explica Lucas Melo, Líder de Marketing da Granular no Brasil.

A plataforma utiliza imagens capturadas por uma constelação de satélites, em resolução de 3x3m, majoritariamente das 10h às 14h do horário local, para aproveitar as vantagens da angulação do sol a pino e entregar apenas as imagens com maior qualidade.

Além disso, a Granular Insights tem interface intuitiva e, por isso, muito fácil de ser usada. “Estamos trabalhando para expandir nossa operação nas diversas regiões do país em número de usuários e área monitorada”, completou.

On e off line

A ferramenta permite que a lavoura seja analisada a qualquer momento, em qualquer lugar, com rankings dos talhões para ajudar a priorizar e tomar decisões, mesmo sem internet ou rede de celular.

Atualmente, a Granular já oferece suporte para mais de 5 milhões de hectares, em 4 países e 88 culturas diferentes, por meio de um time de 400 pessoas. A Granular Insights cobre 1 milhão de ha.

“Antes de sair andando de talhão em talhão, o produtor pode direcionar seu trabalho ao detectar, a partir do Granular Insights, qual área merece mais atenção naquele dia”, finalizou Melo.

O aplicativo está disponível para uso no computador e celular, com aplicativos exclusivos para iOS e Android e pode ser usada em diversas culturas, em diferentes fases de desenvolvimento. (com informações da Assessoria de Imprensa)

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Startups do TechStart apresentam soluções digitais para o agro https://agevolution.canalrural.com.br/startups-techstart-solucoes-agro/ https://agevolution.canalrural.com.br/startups-techstart-solucoes-agro/#respond Thu, 13 Feb 2020 04:50:12 +0000 https://agevolution.canalrural.com.br/?p=4608 Programa apresentará resultados da aceleração de 11 agtechs em sua primeira edição e iniciará segundo ciclo

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A Embrapa Informática Agropecuária e a Venture Hub realizam hoje, a partir das 18h, em Campinas (SP), o Demo Day da primeira edição do programa de aceleração de startups TechStart Agro Digital. O evento encerra o Batch 2019 com a apresentação das soluções digitais de 11 startups graduadas a um público de investidores, empresas, empreendedores e especialistas.

Iniciado em setembro do ano passado, o TechStart Agro Digital atraiu o interesse de pelo menos 96 startups de 20 estados brasileiros. Foram selecionadas empresas com atuação na criação de tecnologias nas áreas de bioinformática, aplicação de defensivos, operações de crédito, agricultura de precisão, manejo de pastagens, irrigação inteligente, gestão da propriedade, uso de drones e cana-de-açúcar.

Segundo a chefe-geral da Embrapa Informática Agropecuária, Silvia Massruhá, ao promover programas como esse, a Embrapa busca impulsionar o desenvolvimento de soluções inovadoras para o agronegócio, baseadas em tecnologias da informação e comunicação.

“A ideia é avançar no atendimento aos grandes desafios do setor, com foco especial no aumento da produtividade e sustentabilidade, na redução de custos, no apoio à tomada de decisão no campo e na geração de mais valor para o agricultor”, ressalta.

O ciclo de aceleração seguiu um cronograma de 21 semanas, que incluiu etapas de mentorias e treinamentos visando apoiar as startups no teste e validação de produtos, na avaliação do posicionamento de mercado, formas de operação e projeções financeiras, além de contribuir para o aperfeiçoamento do modelo de negócios e promover o relacionamento com investidores para alavancar as novas tecnologias.

Ao longo do programa, as startups participantes contaram ainda com benefícios exclusivos, como o uso da infraestrutura de coworking do Innovation Hub Campinas e o acesso gratuito às informações e modelos agropecuários gerados pela Embrapa disponíveis na Plataforma AgroAPI.

Para o diretor da Venture Hub, Érico Pastana, o Demo Day é o momento para as startups aceleradas mostrarem seus resultados e também para parceiros estratégicos conhecerem melhor novas soluções disponíveis no mercado.

“O evento consolida e fortalece o relacionamento entre a Embrapa, a Venture Hub, as startups e todo o ecossistema do agronegócio e representa uma ótima oportunidade para o networking com investidores e grandes empresas”, completa.

O TechStart Agro Digital tem ainda o apoio da Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec). O evento também marca o lançamento da segunda rodada do programa.

Confira a relação das startups graduadas:

  • Aptah: Empresa de pesquisa e desenvolvimento de novos defensivos e kits diagnósticos para o mercado agroindustrial e pet. Especialista em biologia computacional, já recebeu R$ 1,3 mi em capital de fomento. Está presente em Goiás, São Paulo e em Delaware (EUA).
  • Birdview: Desenvolve, fabrica e opera implementos agrícolas para liberação de insumos biológicos em larga escala e a baixo custo.
  • Brazsoft: Desenvolve soluções que ajudam na organização dos dados e os transformam em informações objetivas da real situação financeira e produtiva de toda a fazenda.
  • Dominus Soli: Empresa pioneira a desenvolver soluções focadas no planejamento e monitoramento dos serviços de aplicação aérea de agroquímicos. Por meio da rastreabilidade das operações, possibilita aumento de controle, produtividade e mitigação dos riscos socioambientais.
  • Gira: Fintech que tem o objetivo de levar maior segurança para operações de crédito agrícola. Atua em todas as regiões produtivas brasileiras e já geriu mais de R$ 4 bi em títulos e cessões de crédito, em mais de 1 milhão de hectares. Oferece serviço para concessores de crédito assim como estrutura e tomada de risco em CRAs e FIDCs.
  • Inceres: Plataforma digital agronômica flexível capaz de armazenar e processar dados estruturados e não estruturados para suportar as decisões no negócio. Entende a tecnologia digital como um meio para ampliar a capacidade humana de tomar as melhores decisões no agronegócio.
  • IZagro: Plataforma mobile e web gratuita que leva informações e alertas para mais de 50 mil agricultores em todo Brasil e os ajuda a tomarem melhores decisões conectando-os com consultores e distribuidores de insumos para busca de melhores oportunidades de informações e negócios.
  • Pasto Sempre Verde: Plataforma de gestão e manejo inteligente de pastagens que permite a multiplicação da produção de carne sem usar um único alqueire a mais de terra.
  • Pitaya Irrigation: Oferece soluções digitais e analógicas a partir de sensores de umidade do solo patenteados pela Embrapa e a Tecnicer Tecnologia Cerâmica para ajudar agricultores a irrigar com mais eficiência, precisão e sustentabilidade, de modo a produzir mais com menos desperdícios.
  • Precision Cane: Desenvolve tecnologias para a geração de toletes de cana padronizados e de alta qualidade, buscando tornar sustentável o plantio de cana-de-açúcar.
  • Verde Drone: Plataforma digital que conecta pilotos de drones, agrônomos e empresas mais próximas das áreas agrícolas. Desta forma, oferece uma rede que agiliza a produção de mapas georreferenciados e outros serviços, todos conectados pelo aplicativo mobile, gerando valor na cadeia do agronegócio.

(Com informações da Assessoria de Imprensa da Embrapa)

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Projeto testa IoT para irrigação de precisão https://agevolution.canalrural.com.br/projeto-testa-iot-para-irrigacao-de-precisao/ https://agevolution.canalrural.com.br/projeto-testa-iot-para-irrigacao-de-precisao/#respond Wed, 12 Feb 2020 15:37:10 +0000 https://agevolution.canalrural.com.br/?p=4600 Sensores no Brasil e na Europa detectam a necessidade de água na plantação e acionam irrigação automaticamente

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Pesquisadores brasileiros e europeus estão instalando sensores em experimentos-piloto e construindo uma plataforma computacional para a gestão inteligente da irrigação de precisão, baseada em internet das coisas (IoT, na sigla em inglês).

Os testes localizados no Brasil, Espanha e Itália são conduzidos pela pesquisa internacional Smart Water Management Platform (Swamp), aprovada na 4ª Chamada Coordenada Brasil-União Europeia em Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC), em 2017.

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Equipamentos captam dados do solo, enviam para processamento e acionam irrigadores apenas com a quantidade necessária de água (Foto: Visoli)

A plataforma, baseada em tecnologia de ponta, integra uma rede de sensores sem fio que coletam dados agronômicos e de umidade do solo, em diferentes áreas e profundidades, e avaliam, por exemplo, a necessidade de irrigação das plantas.

As informações são enviadas para computadores instalados nas propriedades agrícolas e de lá seguem para uma nuvem computacional, onde são armazenadas e processadas, com o objetivo de otimizar o processo de irrigação e o uso da água na agricultura.

Os primeiros experimentos já demonstraram a viabilidade e o potencial de reprodução do sistema no Brasil e no exterior. Para validar a tecnologia e analisar seu desempenho e escalabilidade, também houve uma simulação do uso de até 45 mil sensores para coleta de dados no campo e integração com outros modelos computacionais.

Testes realizados nos três países apontaram, no entanto, a necessidade de modelos personalizados para o uso racional da água e a integração de diferentes tecnologias para que a aplicação da IoT seja adotada de forma generalizada na irrigação de precisão.

No Brasil, os pilotos estão localizados nas regiões Nordeste e Sudeste do País. No continente europeu, estão sendo realizados no norte da Itália, na região de Emilia-Romagna, e no sul da Espanha, em Cartagena. A pesquisa envolve 11 instituições, entre elas a Embrapa, a Universidade Federal do ABC (UFABC), a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), o Centro Universitário da Fundação Educacional Inaciana “Padre Sabóia de Medeiros” (FEI), a Universidade de Bologna, na Itália, a Intercrop, da Espanha, e a VTT Technical Research Centre, da Finlândia.

Brasil na vanguarda da IoT agrícola

De acordo com o professor da UFABC Carlos Alberto Kamienski, líder da pesquisa no País, a iniciativa é inovadora e coloca o Brasil no mesmo nível de países líderes em tecnologia de IoT aplicada à agricultura. Há várias pesquisas em andamento no exterior, mas ainda não há uma plataforma disponível no mercado.

A expectativa é que o Swamp gere resultados que possam ser usados por outras empresas para a oferta de serviços aos produtores rurais, com impactos significativos na redução de custo e energia, melhorando a produtividade agrícola com sustentabilidade.

Automatização é um dos desafios da pesquisa

No fim do segundo semestre de 2019, começou a instalação de um experimento do projeto na região do Matopiba, que engloba os estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia. No campo, a equipe encontrou diversos obstáculos que dificultam o uso de IoT.

Além da instabilidade de comunicação, a distância do escritório da fazenda ao pivô central (equipamento que executa a irrigação) e a distância da fazenda até o centro da cidade mais próxima estão entre os principais desafios, segundo relata o pesquisador da Embrapa Instrumentação (SP) André Torre Neto.

O desenvolvimento de softwares para aplicativos inteligentes baseados em IoT, totalmente automatizados, é outra necessidade importante para o avanço do setor. O especialista conta que faltam plataformas avançadas de software de IoT para automatizar os processos e integrar diferentes tecnologias, como a própria internet das coisas, análise de big data e computação em nuvem e de névoa para a implantação de aplicativos-piloto na gestão inteligente da água.

A computação em névoa, no escopo do projeto, refere-se ao processamento de dados efetuado na propriedade rural, em equipamentos que agregam os dados coletados nos sensores.

“O projeto está usando tecnologia de ponta em computação, nas áreas de comunicação, plataforma computacional e computação em nuvem. A aplicação dessas tecnologias combinadas em questões relacionadas à irrigação é o foco do projeto, mas seguimos uma estratégia para que os resultados também possam ser usados em outros desafios da agricultura”, conta Marcos Visoli, pesquisador da Embrapa Informática Agropecuária (SP).

A plataforma de código aberto pode ser configurada e implantada de várias maneiras, com foco em diversos desafios, ou seja, deve ser flexível o suficiente para se adaptar a variados cenários e culturas, mantendo o esforço humano em um nível mínimo. Os cientistas contam que os quatro pilotos do Swamp fornecem diversidade suficiente para ajudar a entender os níveis de generalidade e especificidade a serem fornecidos por diferentes componentes de software.

“É possível formar diferentes sistemas como os preconizados no Swamp, personalizados para lidar com os requisitos e restrições de diversas configurações, países, climas, solos e culturas. Isso requer uma boa flexibilidade para se adaptar a uma gama de configurações de implantação envolvendo um variado conjunto de tecnologias”, afirma Kamienski.

O processo de implantação envolve desde coleta e transmissão remota de dados em tempo real por meio de tecnologias de comunicação sem fio, armazenamento em nuvem, até a integração com dados de diferentes experimentos para diversas culturas e regiões. Também é preciso garantir a segurança das informações, com criptografia, o compartilhamento e o acesso via internet pelas equipes brasileira e europeia.

Em paralelo às simulações computacionais, foi instalada uma versão simplificada para testes baseada na mesma arquitetura Swamp, mas usando um conjunto de sensores, em um ambiente de experimentação do Laboratório de Referência Nacional em Agricultura de Precisão da Embrapa (Lanapre), localizado em São Carlos (SP).

Para realizar o estudo, os pesquisadores desenvolveram sondas multiparamétricas para sensoriamento do solo, que incluem sensores de umidade, temperatura e condutividade elétrica em três profundidades.

IoT em grãos e vitivinicultura

No Matopiba, o desafio do projeto é implementar um sistema de irrigação inteligente baseado em Irrigação de Taxa Variável (VRI), visando à redução do consumo de energia, que representa até 30% do custo de produção com grãos, como soja e algodão.

De acordo com Torre Neto, que participa do projeto com o desenvolvimento de sensores sem fios, o VRI é capaz de fornecer o mesmo rendimento com cerca de 30% do volume de água normalmente usado ou até 50%, dependendo do tipo de solo, o que diminui o custo de energia.

O conjunto de sensores desenvolvidos pela Embrapa e testados em São Paulo foi adaptado para implantação em uma fazenda da região do Matopiba produtora principalmente de algodão e soja. O principal desafio é trazer os dados em tempo real do campo para a nuvem e gerar os modelos para fazer estimativas, considerando a umidade do solo e o estado fenológico das plantas.

Os resultados vão contribuir para aperfeiçoar os modelos usados pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), baseados apenas nos índices pluviométricos, ou seja, sem considerar as condições de solo e o estágio de crescimento das culturas.

Já o experimento-piloto na Região Sudeste é realizado na Vinícola Guaspari, localizada na Serra da Mantiqueira, no município de Espírito Santo do Pinhal (SP), que está utilizando sensores instalados na área de produção de videiras.

A proposta é realizar medições automáticas do conteúdo de água do solo em diferentes profundidades e fornecer informações rápidas e precisas para o manejo da irrigação, de acordo com o pesquisador da Embrapa Instrumentação Luis Henrique Bassoi, que, com o analista Ednaldo José Ferreira, também integra a equipe.

Consumo de água reduzido na Europa

No continente europeu, os experimentos estão sendo realizados com infraestrutura de comunicação e armazenamento em versões simplificadas em comparação às usadas nos cenários do Matopiba e da vinícola. No norte da Itália, o principal desafio do piloto conduzido pelo Consórcio de Bonifica Emilia Centrale (CBEC), responsável pela irrigação e drenagem de água na região de Emilia-Romagna, é otimizar a distribuição de água.

O intuito é aumentar o uso desse recurso que passa pelos canais, com base na demanda real de irrigação proveniente de três fazendas selecionadas que usam diferentes sistemas de irrigação e cultivam vinhas e peras. “Isso permitirá que o CBEC reduza significativamente o desperdício de água e a energia usada em bombas, por meio de práticas avançadas de gerenciamento, e otimize a irrigação monitorando o balanço de água na fazenda”, comenta Kamienski.

Na Espanha, o piloto está localizado em Cartagena, nas dependências da Intercrop Iberica. Lá, o desafio do projeto é diminuir a quantidade de água usada na irrigação e aumentar o rendimento por quantidade de água, evitando desperdício e reduzindo os custos operacionais e ambientais. Duas safras são cultivadas na mesma estação na parcela selecionada para o experimento – espinafre e alface. As duas hortaliças são irrigadas por sistemas de aspersão e gotejamento portáteis, respectivamente.

Torre Neto lembra que Cartagena, embora esteja localizada na costa, enfrenta um sério problema de escassez de água por estar em uma região semiárida, com estação de chuvas muito curta. Parte da água é oriunda de uma usina de dessanilização.

“Diferentemente dos outros projetos, no piloto Intercrop a área de plotagem é inteiramente dedicada aos experimentos com IoT e irrigação. Por isso, o grau de liberdade é maior e os riscos podem ser assumidos com consequências negativas menores. O nível de precisão da irrigação é bem maior, porque trabalhamos com culturas menores e temporárias, o que requer monitoramento mais detalhado”, revela. (com informações da Embrapa)

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Agro 4.0 cria profissões com salários de até R$ 15 mil no campo https://agevolution.canalrural.com.br/agro-4-0-cria-profissoes-com-salarios-de-ate-r-15-mil-no-campo/ https://agevolution.canalrural.com.br/agro-4-0-cria-profissoes-com-salarios-de-ate-r-15-mil-no-campo/#respond Tue, 11 Feb 2020 19:02:41 +0000 https://agevolution.canalrural.com.br/?p=4595 Pilotos de drones especializados, um dos principais exemplos, têm remuneração a partir de R$ 3 mil

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As profissões do campo estão se transformando no mesmo modo que a produção. Um dos exemplos mais claros é o uso de drones, que exige pilotos especializados para a aplicação de defensivos e biológicos, monitoramento e outras atividades.

O Blog Mato Grosso, aqui do Canal Rural, abordou o tema na semana passada com o engenheiro agrônomo Márion Henry Ribeiro Dantas, instrutor credenciado do Senar Mato Grosso.

Segundo ele, a aceitação dos Vants (Veículos Aéreos Não Tripulados), como também são chamados, tem sido muito boa por parte dos produtores devido à praticidade, eficiência e segurança na operação.

“O mercado tem crescido bastante para pilotos. A variação de salários na região central do Brasil vai de R$ 1,5 mil a até R$ 12 mil por mês, dependendo da categoria do drone e o tipo de apresentação. Faltam pilotos qualificados para atender a demanda do agronegócio”, disse Márion.

O instrutor do Sebrae ressalta que os produtores interessados em adotar a tecnologia nas atividades de campo devem procurar empresas especializadas, regulamentadas e com pilotos e aeronaves registrados na Anac (Agência Nacional de Aviação Civil).

Outra alternativa é adquirir o equipamento e qualificar a mão de obra disponível na fazenda, segundo Márion. “A busca pela capacitação é fundamental especialmente em cursos  e treinamentos (como os do Senar-MT) que tenham foco direcionado para o uso do equipamento na agricultura, incluindo a aplicação de produtos químicos”, afirma.

Segundo dados da Drone Show, o piloto de drone dedica, em média, 50% do seu tempo para atividades em campo, 25% em estudos e pesquisa e 25% no processamento e transferência dos dados às fazendas. A recompensa é um salário a partir de R$ 3 mil até R$ 15 mil.

Outras novas profissões dentro das fazendas são os operadores de tratores 4.0, técnicos de informática, engenheiro de dados, programadores e desenvolvedores, entre outras. Nestes casos, os vencimentos começam na casa dos R$ 2,5 mil e podem ascender a R$ 15 mil em alguns casos. (com infos do Blog Mato Grosso).

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Alunos da Esalq representam Brasil em desafio nos EUA https://agevolution.canalrural.com.br/alunos-da-esalq-representam-brasil-em-desafio-nos-eua/ https://agevolution.canalrural.com.br/alunos-da-esalq-representam-brasil-em-desafio-nos-eua/#respond Mon, 10 Feb 2020 13:20:41 +0000 https://agevolution.canalrural.com.br/?p=4575 Grupo enfrentará estudantes chineses, norte-americanos e holandeses em maratona de 36 horas no Digital Agriculture Hackathon

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Cinco alunos da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo (USP), participarão do Digital Agriculture Hackathon, a ser realizado entre 28 de fevereiro e 1º de março na Cornell University, nos Estados Unidos.

Com o tema The future of food is in our hands (O futuro dos alimentos está em nossas mãos), o desafio reunirá cerca de 150 estudantes, durante 36 horas, para que desenvolvam soluções tecnológicas para a agricultura. A premiação total chega a US$ 8 mil.

O evento será promovido no âmbito da A5 Alliance, um programa de colaboração acadêmico-científico que reúne, além da Esalq, a China Agricultural University, University of California – Davis, Cornell University e Wageningen University & Research.

O grupo é formado por Gustavo Crestana, que defendeu mestrado recentemente, Natasha dos Santos e Sergio de Castro, alunos de pós-graduação, Leticia de Sousa, estudante de Engenharia Agronômica, e Lucas Avancini, que cursa Administração.

Durante a permanência nos Estados Unidos, os estudantes brasileiros estarão acompanhados pelos docentes Luis Eduardo Aranha Camargo, que coordena na Esalq as ações da A5 Alliance, e Roberto Fritsche Neto, do departamento de Genética.

“Acredito que a Esalq está acompanhando as novas tendências de mercado com essa iniciativa de participar e nos enviar para a Cornell. Creio que assim poderemos aprender mais sobre o assunto. Afinal, são as carreiras do futuro nas quais atuaremos”, diz Letícia.

Experiência

Natasha, por exemplo, vai para fora do Brasil pela primeira vez. Lá, a estudante espera ter a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre sua área, de sensoriamento remoto aplicado a solos e uso da terra.

“É uma ferramenta e tanto quando se trata de agricultura digital e possui várias aplicações. Acredito que, quando se fala de uma agricultura moderna, o monitoramento é uma das chaves e, assim, os sensores têm ganhado um mercado cada vez maior”, avalia.

Já Letícia já esteve fora do País em 2019, quando participou, a partir de um edital da Esalq, de um summer school na Tsinghua University, em Pequim, na China. Nos EUA, ela pretende unir a realidade como atual estagiária de inovação em uma cooperativa de crédito ao desafio de incorporar novas tecnologias no campo.

“Creio que possa aprender muito, já que estarão presentes pessoas de diversos países, culturas e conhecimentos, como tecnologia da informação, comunicação e agronomia, entre outros”, revela.

hackathon também será a primeira experiência acadêmica internacional de Lucas. “Li muito sobre internet das coisas e me interessei bastante pelo tema. Será um grande desafio praticar o idioma inglês de forma completa, pensar e argumentar em outra língua. Creio que essa experiência será muito valiosa para minha formação”, diz.

Já Gustavo vivenciou um período de estudos fora do Brasil, ao conciliar estudos na Wageningen University, na Holanda. Para essa viagem, ele espera interagir, discutir e tentar gerar soluções para os problemas da agricultura moderna.

“Na Esalq, atuo com Biologia Molecular e um grande volume de dados provenientes do sequenciamento de DNA de microrganismos e de plantas. Espero poder aplicar esse conhecimento diante de uma demanda real envolvendo a agricultura digital”, afirma.

Durante o período de graduação, Sergio esteve no Canadá, por um ano e quatro meses, na University of Manitoba. O estudante se interessou em participar do edital por se identificar com tecnologias e também ter participação em outros eventos do tipo hackathon.

“Já participei do Vacathon, da Embrapa, quando ganhamos o primeiro lugar. Acredito que esse tipo de atividade contribua com o desenvolvimento do senso criativo, já que teremos contato com pessoas de outras áreas do conhecimento. É uma ótima oportunidade de sair da zona de conforto e aprender coisas novas”, finaliza.

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